Foi aprovado por todos os membros da AAPSI via lista de discussão, o código de conduta da Associação e está disponivel para leitura.
O código de conduta refere os seguintes pontos:
A. Liberdade de opinião e de expressão; B. Privacidade e confidencialidade; C. Defesa do consumidor e a prestação de informações aos clientes; D. Termos e condições padrão; E. Comunicações não solicitadas ("spam"); F. O cibercrime; G. Protecção dos menores; H. Conduta legal; I. Conteúdo ilegal e actividade; J. Licenças; L. Conformidade com o Código de Conduta; M. Alterações.
O que é um Ponto de Intercambio Internet ou IXP?
Num mundo em constante transformações, onde a tecnologia é a chave para o desenvolvimento, o acesso a Internet é um recurso muito importante. No entanto o alto custo da largura de banda internacional para a Internet, assim como a saturação dos recursos internacionais de cada ISP (Internet Service Provider), dificulta a comunicação entre os ISP locais, a qualidade na utilização dos serviços Internet a nível nacional e consequentemente limita o crescimento desta indústria em países como o nosso, em desenvolvimento.
Um dos mecanismos, efectivos, para minimizar este fosso é fazer com que os conteúdos nacionais fiquem dentro dos respectivos países; através da implementação de um ponto neutro para a troca de tráfego IP nacional entre os diferentes ISP locais, conhecido pelo nome de Internet Exchange Point (IXP) ou Ponto de Intercâmbio de Internet.
Implementação do Google Global Cache (GGC) em Angola
O Google Global Cache (GGC) permite que os ISPs forneçam conteúdos da Google, principalmente de vídeo, a partir da sua própria rede. Isto facilita o descongestionamento do tráfego internacional para os ISPs, constituindo uma optimização dos custos de acesso assim como uma melhoria substancial no fornecimento do acesso Internet para o utilizador final.
Os custos das ligações Internacionais são altos deste modo qualquer esforço no sentido de rentabilizar a capacidade existente constitui uma mais-valia para as Empresas Provedoras de Serviços Internet. A escassez de conteúdos nos sites alojados em Angola leva a que a maior parte do volume de tráfego venha do exterior do Pais consumindo cada vez mais a capacidade de banda internacional contratada a preços por vezes extremamente elevados. Sendo esta uma das preocupações mais importantes dos ISPs congregados na Associação Angolana de Provedores de Serviços Internet (AAPSI), foram iniciados contactos com a empresa Google Inc, dona do maior Site de Busca mais usado no mundo. Com o apoio da MSTelcom, membro fundador da AAPSI, foi recebido em Luanda o responsável da Google para África. A proposta da Google é a implementação do Google Global Cache (GGC), serviço já em funcionamento em vários Países da região; como Kenya, Africa do Sul, Ilhas Mauricias, entre outros. Apôs avaliação dos serviços dos ISPs, a recomendação da Google é que as empresas Angola Telecom e a MSTelcom são os provedores Angolanos com maior tráfego para os sites da Google e em melhores condições de ser o Host do GGC em Angola. Ficou decidido que a MSTelcom reúne as condições para coordenar o Projecto, implementar o GGC Host e gerir os Serviços de GGC para os ISPs locais. - Sumário Executivo O Google Global Cache (GGC) permite que os ISPs forneçam conteúdos da Google, principalmente de vídeo, a partir da sua própria rede. Isto facilita o descongestionamento do tráfego internacional para os ISPs, constituindo uma optimização dos custos de acesso assim como uma melhoria substancial no fornecimento do acesso Internet para o utilizador final. A proposta de Implementação do Google Global Cache (GGC) , resume-se no seguinte: Implementação do Nó GGC no Datacenter da MSTelcom. Fornecimento pela Google dos Servidores GGC pré-configurados Fornecimento pela Google de Material e Suporte técnico Fornecimento pela Google do Serviço de “Content Distribution” Implementação de conectividade Internet via SAT 3 e Satélite , sendo o link primário via SAT3, fornecido pela Angola Telecom, o link secundário via satélite fornecido pela MSTelcom. Interligação do GGC, hosteado na MSTelcom, com os ISPs locais, via link de fibra óptica entre MSTelcom e IXP-Ang, hosteado na Angola Telecom - As vantagens do GGC são: Redução do tráfego internacional: As taxas podem chegar a 75%; Resposta mais rápida e transparente para os usuários através do Cache; Fácil de configurar com o suporte garantido pela Google; Robustez : O Nó GGC tem vários níveis de redundância. Se o Nó GGC estiver indisponível por qualquer motivo, as solicitações do usuário serão enviadas de forma transparente para o Google. - Descrição do Projecto Como funciona o GGC Quando um utilizador solicita um pedaço de conteúdo - por exemplo, um vídeo, página web, ou uma imagem – o Sistema do Google determina se o conteúdo pode ser servido a partir do Nó GGC, hosteado na MSTelcom e se o utilizador está autorizado a acessar o Nó GGC. Se o Nó GGC tiver o conteúdo solicitado no seu Servidor Cache , ele irá servir o conteúdo directamente para o utilizador final, melhorando a rapidez da navegação para o utilizador e optimizando os recursos de banda do ISP.
Se o conteúdo não estiver armazenado no Servidor Cache , o Nó GGC vai recuperar esse conteúdo a partir dos servidores da Google e armazena para as futuras solicitações.
# Servidores Espaço Rack Energia #GE Interfaces Subnet 4 8xRU 1600 W 8 /27
?
Descrição Solução Técnica
O Nó GGC requer um serviço de Colocation que inclui: espaço, energia, conectividade de rede e suporte técnico.
Cada Servidor Cache suporta múltiplas interfaces Gigabit Ethernet , protocolo Link Aggregation Control Protocol (LACP) , utilizado na camada 2 entre cada Servidor Cache e o Switch da rede. O tamanho da subnet é derivada do número de endereços físicos e/ou virtuais no Nó. Cada servidor tem um endereço IP único e uma série de endereços IP virtuais. O endereço IP único é utilizado para o acompanhamento e gestão do próprio cache. Todo o tráfego é servido a partir do endereço IP virtual, que se pode mover entre as máquinas em caso de falha de equipamento.
A Google vai reter a posse do Equipamento e Sistemas que compõem o Nó GGC. A Google é responsável por toda a manutenção, suporte e custos de envio relacionados com o equipamento GGC.
?Recursos e Orçamento do Projecto
Recursos
O projecto requer os seguintes recursos para o seu funcionamento:
Recursos Humanos
Coordenador do Projecto (1): Responsável pela gestão do Projecto desde o desenho ate a entrega da solução técnica, coordenação da equipe de projecto, relacionamento com as áreas da empresa, parceiros locais e Google.
Suporte Comercial (1): Responsável pelo relacionamento comercial com Fornecedores e Clientes.
Suporte Técnico (2): Responsável pela implementação da solução técnica, interface com os sistemas de Rede existentes.
Recursos de Rede
Espaço no Datacenter: 8xRU
Energia: 1600W, Estabilizada e Redundante
Switch: 8 Interfaces GE disponíveis
Recursos IP: /27 (30 IPs)
Recursos de Conectividade
Capacidade Internet:
SAT-3 : 1x10 Mbps
Satélite: 1x10 Mbps
Circuitos Locais
Rede MSTelcom – IXPAng: 1x50 Mbps
Luanda, 30 Dezembro, 2009
Silvio Almada
Seminário e Workshop sobre IPv6
SEMINÁRIO E WORKSHOP IPv6/LIR
Um dos recursos críticos da Internet, o endereço IP, na sua versão 4, está esgotado a nível do Registo Central de acordo com a IANA (Internet Assigned Numbers Autority). Neste âmbito, existem várias iniciativas a nível mundial para a implementação da nova versão do Protocolo de Internet (IPV6). A AfriNIC como responsável dos recursos de Internet pela África, tem vindo a promover várias sessões de treino a nível do Continente. Daí que, os Membros da AAPSI, reunidos em Assembleia Geral, aprovaram hospedar o Evento “Workshop sobre IPV6 e LIR – Local Internet Registry” em Angola, com o intuito de preparar os seus técnicos, e sensibilizar a comunidade sobre as implicações inerentes a não implementação do novo Protocolo.
O Evento, com duração de 4 dias, consiste em duas actividades:
a) Conferencia sobre a Implementação do Novo Protocolo Internet, dirigida especialmente aos Gestores de TI,
Decorreu no passado dia 10 de Outubro de 2011 no CINFOTEC, Talatona, Luanda.
b) Workshop sobre o Protocolo IPv6 e Registo Internet -LIR, dirigida a Técnicos e Especialistas de TI, Administradores de Redes e Sistemas, Engenheiros IP.
Decorreu de 11 a 13 de Outubro de 2011 no Laborátorio de Informática do CINFOTEC, Talatona, Luanda
O Evento contou com a orientação de Técnicos Séniors da FCCN (Fundação para Computação Científica Nacional) de Portugal e da AfriNIC.
Successful Conclusion of 6Deploy/AfriNIC Training Workshop in Luanda - Angola
A AfriNIC concluiu com sucesso um período de três dias de workshop sobre IPv6/LIR em Luanda - Angola. O workshop decorreu entre os dias 11 e 13 de Outubro de 2011, nas instalações do Cinfotec em Talatona.
O seminário técnico foi precedido por uma conferência de um dia sobre o IPv6 que reuniu os principais intervenientes da indústria das TI em Angola.
Conselho consultivo da MTTI, Malange - Julho de 2011
Teve lugar de 7-9 de Julho, na localidade do Quéssua, Província de Malange, o terceiro conselho Consultivo do Ministério das Telecomunicações e Tecnologias de Informação.
Checklist para obter endereços IP próprios Conforme as atuais políticas da AfriNIC, uma organização que pretenda solicitar recursos IP da AfriNIC, deve primeiro registar-se como membro. Existem dois tipos de membros: • End-User: Se pretende endereços de IP públicos para serem usados na rede da organização; • LIR: ISPs ou outras organizações cujo objectivo é sub-alugar ou atribuir endereços a outras organizações ou a end-users. Uma organização pode candidatar-se a membro da seguinte forma:
Investimento anual em Internet na Europa vai atingir 16 ME em 2012
A consultora "Forrester Research" estima que o investimento anual em publicidade na Internet na Europa atinja os 16 mil milhões de euros em 2012, mais do dobro do que as empresas investiram durante 2006, notícia hoje o diário El País.
Segundo o estudo da consultora norte-americana, o aumento dos utilizadores da Internet vai fazer com que a publicidade online represente 18 por cento do total dos investimentos na Europa, face aos actuais 9 por cento.
Actualmente, indica o documento, 52 por cento dos europeus navega regularmente no mundo da Internet e passa mais tempo à frente do computador do que em frente à televisão.
O relatório adianta ainda que, em média, os utilizadores europeus passam 14,3 horas semanais a navegar na Internet, 11,3 horas a ver televisão e 4,4 horas a ler jornais diários e revistas.
Segundo os autores do estudo, o aumento da utilização da Internet reflecte-se nas respostas apresentadas por 36 por cento dos inquiridos, que adiantaram preferir ligar-se ao mundo on-line do que ver televisão.
Os motores de pesquisa on-line vão continuar a dominar a venda de publicidade na Internet, seguidos da publicidade nos "banners" e nas mensagens enviadas por correio electrónico.
A mesma empresa de consultoria apresentou, em Junho, um outro estudo que apontava para um «acentuado aumento do número de computadores até 2015», prevendo que até àquela data estarão a ser utilizados «qualquer coisa como dois mil milhões de computadores em todo o mundo».
A consultora explicou que o elevado crescimento do mercado dos computadores está relacionado com uma descida de preços 10º - Imeem.
O Mundo da Internet
Páginas da Net duplicaram em dois anos
Páginas da Net duplicaram em dois anos
É um autêntico fenómeno. A Internet já conta com 118 milhões de sites, quase o dobro das páginas que povoavam o ciberespaço em Fevereiro de 2005. Depois de um período de estagnação no último trimestre de 2005, o crescimento das páginas ganhou um novo fôlego e, em apenas dois anos, o seu número duplicou, segundo revela um estudo realizado pela empresa especializada em serviços digitais, Netcraft. Este aumento é impulsionado, sobretudo, pela criação de blogues.
A maior simplicidade no acesso a registos de domínios e o preço mais baixo são outras duas causas para a proliferação, adianta o estudo.
Só este ano foram inseridos na Internet cerca de 12,8 milhões de sites, sendo que quase metade destes, ou seja 4,4 milhões, foram criados entre Abril e Maio. Destes, quase um milhão são blogues, a maioria alojados em servidores como o Blogger ou a Microsoft. "As pessoas sentem-se mais poderosas ao criar sites e a publicar notícias na Internet ou as suas impressões sobre o mundo", justificou Paul Mutton, porta-voz da empresa Netcraft, acrescentando: "Há muito sobe-e-desce nos números da Internet, mas à medida que o registo de domínios se torna mais barato e o acesso à tecnologia é mais fácil, é razoável pensar que o número de sites continuará a crescer."
Também o número de sites seguros está a aumentar. Actualmente, existem 600 mil sítios que usam tecnologia SSL, ou seja, com segurança na transmissão de informação. Normalmente, tratam-se de sites de comércio electrónico ou homebanking. Esta espécie de sites tem crescido a uma taxa anual de 65%.
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